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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Novas Fronteiras

Lembro de Cirênius, teólogo bizantino do século XII, quando afirmava que ''a igreja sofrera a tentação de desenvolver a sua personalidade e perder a sua finalidade. A imagem do primeiro homem, a Igreja também peca quando esquece porque está aqui e imagina ser suficiente apenas o existir. A igreja toma-se tal qual uma linda rosa vermelha com suas pétalas que cintilam sob a luz do sol que nasce, cresce, murcha e morre em um campo distante sem por ninguém ser vista, sem a nenhum olhar dar prazer''.

Existe algo poderoso na proclamação. Há um ponto ''mágico'' quando o fenômeno humano do abrir da boca proferindo palavras inteligíveis, que transmitam o cerne da mensagem do ''Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo'', é transformado e usado pelo Espírito para quebrantar, convencer, converter - conduzir a alma aflita à posição de redimido pelo sangue de Jesus. E isto é tanto real quando falamos de Jesus na esquina de nossa rua onde moramos ou a uma tribo distante do outro lado do mundo. Falar de Jesus está embutido na própria personalidade da igreja. Sem isto, restaria apenas a existência vazia, o enfado da insensibilidade quanto aos perdidos e a letargia de um coração sem paixão pelas almas. O contrário de tudo isto é fazer Missões e ver o milagre acontecer. ( Extraído do Livro ''Novas Fronteiras'' de Ronaldo Lidório)

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